25 de mai de 2011

Lado mulherzinha


Não sou de frescura e muito menos de compulsões consumistas. Mas ainda tenho um lado mulherzinha: choro à beça, sou louca por flores, não vivo sem meus hidratantes, aprecio o cavalheirismo, gosto de ficar de mãos dadas no cinema, devoro revistas de moda, me interesso por decoração e fico chocada quando escuto expressões grosseiras. 
(Martha Medeiros)

Floresça


Que floresça em nós!



19 de mai de 2011

Realismo/Naturalismo: slides de sala de aula

Seguem aí os slides de sala de aula sobre o Realismo/Naturalismo.
Depois passo para deixar uns comentários legais sobre essa escola de época.

Beijos, Galera!

Realismo/Naturalismo

18 de mai de 2011

Não tente me controlar

A vida sempre me diz "Não tente me controlar", mas eu finjo que não entendo.
O que ela quer de mim é coragem...
E eu faço de conta que sou corajosa. Mas faço tão bonito, que ela até acredita."
(Cris Guerra)

De poesia

"As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor.
 Aprendemos palavras para melhorar os olhos."
(Rubem Alves)

Texto Descritivo

Olá, Pessoal!

Conforme prometi, eis aqui o post sobre texto descritivo, para aquecê-los para a produção de sexta-feira.

A primeira instrução é quanto a lembrarem-se da teoria: descrever é elencar características físicas e psicológicas que auxiliem-nos na criação de um retrato mental do que está sendo descrito. 
É possível também, por meio da observação de uma imagem, criarmos uma descrição escrita. É justamente nesse ponto que quero chegar: observem as imagens a seguir:

Cada uma dessas imagens possui dois ou mais personagens. Pense em redigir um texto descritivo, assumindo a identidade de um dos retratados. Você deverá redigir em 1ª pessoa, falar sobre as características físicas e psicológicas do elemento da imagem a quem está representando e também descrever o(s) outro(s) personagem (ns) presente(s). Para que haja coerência, sua descrição deverá estar contida em uma pequena narrativa. Portanto, é preciso criar um contexto em que faça sentido a descrição realizada por você.

Pensemos então nesta terceira e última imagem. Se o que preciso é assumir a 1ª pessoa, o texto poderia ser algo semelhante ao que descrevo a seguir:

"Eu, ainda tão moça, estava recostada ao ombro dele. Meu sorriso era largo e intenso, desses resultantes de uma gargalhada que somente o bom humor daquele jovem homem de cabelos negros e barba por fazer poderiam arrancar de mim. Trajávamos camisetas brancas. O meu olhar era de felicidade, de descontração de amigos e amantes. Ali, senti-me vestida de cumplicidade, de afeto e de calmaria na alma, da forma que sei existir."

Observe que assumi o ponto de vista da moça: ela observa o rapaz, os traços físicos, a aparência dele, mas também fala de si: a jovialidade, o sorriso largo, a postura recostada ao ombro do homem, a camiseta branca, tal qual a do parceiro. Estes são traços físicos, visuais. Resta, para completar a proposta, falar sobre os aspectos psicológicos: ela fala do bom humor, da descontração, da felicidade, da cumplicidade do momento, do afeto e da calma do coração.
Bem, é verdade que a minha descrição está lírica demais... Mas, penso que você pôde observar os aspectos da proposta bem abordados: eu assumi um ponto de vista (relatei como se eu fosse a moça), falei dos aspectos visíveis e das sensações, as quais correspondem aos sentimentos emanados do comportamento do momento em questão, da personalidade de ambos.

Em sua produção, você deverá descrever cada imagem, e não escolher uma dentre as três.


Segue aqui o link para os slides que apresentei em sala de aula:


  Beijos!

Se quiserem fazer um treino, deixem aí nos comentários que dou uma "olhadinha" antes da avaliação.


Byeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!

17 de mai de 2011

Febril felicidade


Felicidade linda essa que me rodeia. Linda porque verdadeira.
Verdadeira porque nasce de sonhos maiores que eu.
A porta do meu ser está fechada somente para o pranto que engana, magoa e não ensina.
Portanto, fique à vontade em mim, maravilha da vida.
Para você, sempre estou aqui.





Da Amorosidade

Há dois tipos de pessoas no mundo. As que vivem em estado de egoísmo e as que vivem em estado de amor.


Faz muito tempo que eu escutei essa ponderação de uma pessoa muito amorosa, inteligente e uma pianista excepcional: a professora Adelaide Moritz, minha mestra na música e na vida. Nunca me esqueci de sua análise por dois motivos: porque ao colocar “estado de” antes dos substantivos egoísmo e amor, ela criou uma nova classificação da condição humana; e porque ela qualificou o egoísmo como o antônimo de amor, e não o ódio, como seria de esperar.

Ela fez isso porque não se referia ao amor em si, e sim à condição de amar como um jeito de ser. É quase uma filosofia viver em estado de amor, o mesmo que estar conectado com o mundo por um cordão de luz, que ilumina as relações e as torna sempre agradáveis, independentemente de serem afetivas, familiares ou profissionais.

Por outro lado, viver em estado de egoísmo seria o mesmo que criar um cordão de isolamento que afasta as pessoas e condena seu “usuário” a uma vida pobre de espírito e curta de esperança. Viver em egoísmo significa querer só para si, não compartilhar, desconsiderar as necessidades e os sentimentos alheios. Ser um habitante do estado de egoísmo é o mesmo que declarar guerra ao mundo, usando como armas as palavras duras, a desconfiança permanente, o desrespeito latente.

Todos conhecemos pessoas dos dois tipos, mas vou falar aqui do primeiro jeito de ser, claro. Das pessoas que, por índole e por opção, vivem em amorosidade, o que não significa que não possam ser duras se isso for necessário para reinstalar a ordem no mundo ao seu redor. Lembro que a professora Adelaide era amada por seus alunos até quando, exigente, mostrava que não estava satisfeita com o desempenho deles. Pessoas amorosas são assim, são amadas porque são amorosas e são amorosas porque não têm medo de ser amadas. Há quem diga que amar é fácil e que ser amado é difícil. Os verdadeiramente amorosos deixam aberto o caminho nos dois sentidos.

Mas é importante esclarecer que ser digno de amor não é ser bonzinho, certinho, modesto e gentil para fazer amigos e influenciar pessoas. Isso é ser polido, amável. “A polidez é um simulacro da moral”, afirma o filósofo André Comte-Sponville, que se deu ao trabalho de escrever o Pequeno Tratado das Grandes Virtudes.

Ele afirma que agir de modo amável não é ser amoroso, mas é um bom começo. A esperança é que da polidez surja o nobre sentimento, mas nada é certo. Ao preencher o amor que lhe falta, por hábito ou por educação, a moralidade pode virar amorosidade, seu estado mais alto. Ao atingir esse auge, as virtudes se dissolvem e viram uma só, passando a ser praticadas sem artifício, ao natural, com amor verdadeiro.

Segundo essa visão, viver em estado de amor pode ser uma opção, algo que pode ser desenvolvido conscientemente, uma atitude que começa na mente e acaba instalando no coração um novo jeito de ser. E o mundo agradece por isso.

A amorosidade seria uma das manifestações da capacidade humana de amar?

Amorosidade não é amor, é um hábito de quem é capaz de amar. Mas, para isso, é necessário viver o amor em si, o que dá mais trabalho do que parece, pois há mais de um tipo de amor, e só seremos completos quando visitarmos a todos. Para melhor entendimento, sempre podemos beber da fonte segura do mundo grego antigo, simples e coerente, e reduzir a essência do amor a três tons primários: Eros, Philia e Ágape.

O mais primitivo tipo de amor seria erótico. Egoísta, incompleto, é uma espécie de desejo pela falta. A palavra vem de Eros, deus do amor, fruto da união de Pênia, a penúria, com Poros, o faustoso. Filho pobre, sujo, sem sapato, sem teto e sempre faminto, herda do pai a atração pelo belo e pelo bom; é sagaz, caçador, e está sempre a maquinar planos e a desejar mais e mais.

Eros nasceu de um golpe de Pênia, dado enquanto Poros dormia embriagado após a festa de nascimento da deusa Afrodite. A deusa da penúria quis aliviar sua condição miserável tendo um filho com o senhor da riqueza, e assim concebeu Eros. Desde cedo ele viveu sob intensa atração pelo belo, mas oscilando entre os extremos, pois era pobre porque não possuía nada e era rico porque guardava recursos potenciais para gerar novas vidas. Eros quer sempre mais, cobiça sair de si mesmo, corre sempre atrás do saber, da beleza, da fertilidade. É angustiado e insaciável.

Sendo a forma mais embusteira dentre todos os amores, o amor erótico geralmente consuma-se pelo contato sexual. “Na verdade, o amor delas (pessoas apaixonadas) é um egoísmo a dois; elas são duas pessoas que se identificam uma com a outra e resolvem o problema do estado de separação pelo encontro erótico”, diz o psicanalista Erich Fromm. Amor sedento que busca embriagar-se mesmo quando já saciado, ele é feito ausência cheia de vácuo; está sempre à espreita de alguma completude inacabada, vazia. Assim é Eros.

Apesar de necessário e próprio de nossa condição de humanos incompletos, Eros não representa a amorosidade, apesar de poder ser parte dela como gerador de vida. Esse estado começa – sim, apenas começa – a se manifestar através do segundo modelo, o amor Philia, que é fraternal, companheiro. Menos estimulado pela posse, esse tipo de sentimento cristaliza-se pela amizade, e seu prazer deriva do simples ato de estar junto, de compartilhar momentos. Philia se alimenta da conversa, do cuidado, da alegria, do compartilhamento. É generoso, mas tem lá seu lado egoísta, apesar de se manifestar como altruísta, uma vez que se coloca sempre a serviço do outro. Seu egoísmo deriva do fato de que ao servir ao amigo sente prazer, por isso serve.

De Philia surgiram nomes como filosofia, que significa o amor à sabedoria, ao conhecimento. E em zoologia, o estudo dos animais, usa-se a palavra filo para designar grandes grupos de espécies que têm afinidades entre si. Nós, humanos, por exemplo, pertencemos ao filo dos vertebrados, porque, assim como os peixes, as aves, os répteis e os outros mamíferos, temos uma coluna vertebral. Pois é, até a ciência foi buscar inspiração nos mitos gregos para explicar suas conclusões.

Bem acima dessas coisas mundanas, como erotismo e amizade, encontramos o amor Ágape, que eleva o amor a um estado divino, imaculado. Na verdade, ele vai além do amor, é universal, sem predileção nem eleição, é inteiramente desinteressado. Não é paixão nem amizade, mas divino, criador. É ele que dá valor ao que não tem nenhum valor em si mesmo. Ele não precifica capacidades, concede-as. É a aceitação invariável do outro, seja ele quem for, amigo, inimigo ou indiferente.

Quem vive em estado de amor e tem amorosidade como filosofia experimenta o amor Ágape todos os dias. Esse é um tema que não escapou aos filósofos. “Na essência, todos os seres humanos são idênticos. Na verdade, somos todos parte do Um”, conclui Erich Fromm, para explicar a amorosidade. “Ser amado precede a graça de amar e prepara o estado de amor”, pensa Comte para explicar a origem de tudo.

Platão, em O Banquete, põe à mesa duas soluções para explicar a amorosidade: como não podemos fugir de nossa incompletude, temos que direcionar nosso amor para outros corpos e gerar filhos. Ou então expressá-lo por meio da arte, política, poética, ciências, filosofias ou o que for, sempre dando prioridade ao belo. “Seguir o amor sem nele se perder, obedecer a ele sem nele se encerrar é transpor umas depois das outras as gradações do amor: amar primeiro um só corpo, por sua beleza, depois todos os corpos belos, depois a beleza que lhes é comum, depois a beleza das almas, que é superior à dos corpos, depois a beleza que está nas ações e nas leis, depois a beleza que está nas ciências, enfim, a beleza absoluta, eterna, sobrenatural, a do Belo em si, que existe em si mesmo, de todas as belas coisas que participam, de que procedem e recebem sua beleza...”

Então ser amoroso é ter capacidade de amar pelo amor em si, sem interesse, sem posse, assim como uma mãe ama seu filho?

A amorosidade está presente nas relações familiares, mas extrapola esse limite e transborda para o mundo humano melhorando as relações. Entre os membros da família, notadamente entre a mãe e o filho, a amorosidade ganha profundos contornos de Ágape, mas muitas vezes se perde nesse caminho, pois Ágape pressupõe a não-posse, e esse é um sentimento que a mãe tem que se esforçar muito para não desenvolver.

Todas as mães amam, mas há mães amorosas e mães possessivas. A amorosa sabe que seu filho nasceu dela, mas não lhe pertence de verdade. Prepara o filho para a vida e prepara-se para deixá-lo partir e viver sua condição de indivíduo, com suas virtudes e defeitos, conhecendo conquistas e riscos. A mãe possessiva é egoísta e controladora. Ela exige amor e entrega porque ama e se entrega. Mas amorosidade não é isso, não é moeda de troca nem objeto a ser compartilhado. O amoroso, ao contrário, é libertário, não retém, não exige, não controla.

Amorosidade é uma condição humana elevada, aproxima as pessoas do conjunto de virtudes, pois nela estão incluídos o cuidado, o respeito, a confiança. A amorosidade é bela, boa e verdadeira. Se Eros, Philia e Ágape são deuses que personificam o amor, a amorosidade é a qualidade que eleva os humanos à condição de deuses. E o amor da mãe é o começo desse treino para sermos divindades, pois é o primeiro, o maior, o mais puro e completo. Só não pode ser egoísta, pois assim perderia a qualidade de produzir amorosidade, uma vez que nesta encontramos também a liberdade, valor maior e insubstituível.

Assim, concluímos, se amorosidade não é amor, é por ele fertilizada e, ao fazer isso, gera uma sublime possibilidade humana: a de construir a paz, essa insubstituível condição para a felicidade.

http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/094/pensando_bem/conteudo_572102.shtml

O Mágico de Oz: LIVRO LINDOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!

É engraçado como alguns livros têm o poder de despertar em nós o senso de humanidade, solidariedade e amizade que a loucura dos dias tenta roubar. É o caso de "O Mágico de Oz" (acrescento à lista os clássicos perfeitos "O Pequeno Príncipe" e "Dom Quixote"): a lição de amizade, a busca pela realização dos sonhos e a perseverança são marcas dessa obra tão linda que até dói o peito. Chorei lendo, me surpreendendo com o Homem de Lata em busca de um coração que na verdade possui e nem sabe, com o Espantalho, tão inteligente e perspicaz, mesmo sendo constituído apenas de palha (me lembra muito o Sancho Pança ao governar sua tão sonhada ilha, em Dom Quixote...) e o Leão Medroso, cheio do medo que nos faz cautelosos, no entanto indesistíveis. Amooooooooooooooooooo essa obra literária!


Livro para criança não é. Pelo menos, na minha opinião! São histórias para pessoas humanas, para essa espécie que parece estar em vias de extinção.


Queridos alunos da 5ª Série!
Lindos, estou deixando o link para que leiam o livro "O Mágico de Oz" aqui na telinha do computador. Eu, sinceramente, não consigo ficar muito tempo exposta à luz da tela, mas se conseguem, por mim está tudo bem. Ainda sou do tempo que pegar um livro, deitar com ele, fazer anotações em suas páginas era parte de um ritual de amor ao conhecimento e à própria leitura, mas tudo bem! Cada um com seu quadrado, não é mesmo?!!!
Clique nos links para ler:
Parte 1
Parte 2
Parte 3

Beijos!
Sigam o blog, garotada!


1 de mai de 2011

ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO 1º TRIMESTRE

Olá, pessoal!

Disse em sala que deixaria aqui os exercícios referentes à recuperação. As atividades a seguir estão descriminadas conforme a série.

Critérios (para todas as turmas):
- Seu trabalho pode ser feito digitado ou manuscritamente.
- Entregue perguntas e respostas, em material organizado e caprichado.
-Entregar na quarta-feira, 04-05. Caso eu não tenha aula na turma, poderão entregar Dayse ou qualquer outra pessoa da coordenação do colégio.

Bom estudo, queridos! Torço pelo sucesso de todos!

1º Ano

GÊNEROS LITERÁRIOS, CLASSICISMO E LITERATURA DE INFORMAÇÃO

Consulte seus registros do caderno e livro didático Português Linguagem: páginas 33 a 35; 136 a 156; 174 a 180. 

A seguir, responda às questões propostas:
1-      Quantos e quais são os gêneros literários?
2-      Defina cada um desses gêneros.
3-      Conforme exposto nas páginas 136 e 138, explique o que é Renascimento.
4-      Que nome se dá as manifestações do pensamento Renascentista na Literatura?
5-      Por que o período quinhentista no Brasil foi chamado de Literatura de Informação?
6-      Qual foi o primeiro texto escrito em nosso país? Quem é o autor?
7-      Além da Literatura de Informação, que outra modalidade literária foi desenvolvida aqui no período quinhentista?
8-      Exponha características da literatura de Pe. José de Anchieta?
9-      Explique a frase: “Foi, porém, com o teatro que Anchieta cumpriu plenamente sua missão catequética”
10-    Qual era o público atingido pela produção de Anchieta?

2º Ano

ROMANTISMO: PRIMEIRA, SEGUNDA E TERCEIRA GERAÇÃO POÉTICA

Consulte seus registros do caderno e livro didático Português Linguagem: páginas 58 a 65; 84 a 96; 113 a 121. A
seguir, responda às questões propostas:

1- Defina a primeira geração do Romantismo:
a) Objetivo:
b) Características:
c) Principais autores:

2- Defina a segunda geração romântica:
a) Objetivo:
b) Características:
c) Principais autores:

3- Defina a terceira geração romântica:
a) Objetivo:
b) Características:
c) Principais autores:

4- Na página 61, há uma atividade baseada no canto IV de I-Juca-Pirama. Faça-a, e registre suas respostas (não é necessário perguntas)

5- Leia agora o poema Ideias íntimas, de Álvares de Azevedo, e responda ao exercício contido na página 89 (somente respostas)

6- Por que a terceira geração da poesia romântica é também chamada de Condoreira?

3º Ano

PRÉ-MODERNISMO E VANGUARDAS ARTÍSTICAS

Consulte seus registros do caderno e livro didático Português Linguagem: páginas 12 a 27; 43 a 55. A seguir, responda às questões propostas:

1- Defina Pré-Modernismo e suas principais características.

2- Leia o fragmento do romance Triste Fim de Policarpo Quaresma (livro pg. 19) e responda ao que está proposto. (Somente respostas)

3- A partir do trecho do Manifesto Futurista (livro pg. 44), faça a atividade interpretativa presente nas páginas 44 e 45. (Somente respostas)

IMPORTANTE: SOBRE REDAÇÃO


O conteúdo de redação para recuperação está aqui no blog. É o mesma postagem que eu já havia feito: características de texto dissertativo e os erros mais comuns. Basta retomar as explicações e verificar aquilo em que vocês não foram bem nas últimas provas para realizar uma nova avaliação sem erros. 

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